O Filme "Gamer", com o meu ator favorito, Gerard Bluter [conhecido como o Erik de "O Fantasma da Ópera" e Leônidas de "300"], interpreta um prisioneiro que se tornou uma grande estrela de um jogo de ação.
O filme nos traz a um mundo não tão desconhecido, já que não é o primeiro com cenários futuristas, mas nos leva a um ponto que nem sempre é mostrados nos outros filmes. O ponto é: até onde nós nos deixamos levar pela tecnologia ? esquecemos totalmente de nossos ideais e sentimentos?
Cada vez mais novos jogos, com jogabilidades mais diversificadas, são lançados e caem nas nossas mãos. O jogo é uma diversão muito interessante e até possui pontos positivos, mas até um ponto. No filme, vemos pessoas implorando a um dos melhores jogadores, Simon [Logan Lerman], para que ele vende-se o personagem que ele joga. Nota-se que essas pessoas estavam realmente colocando o jogo como se fosse a vida delas, e não um simples passatempo.
As pessoas [do filme] deixaram suas vidas de lado e desenvolvem suas vidas em torno de jogos, seja jogos de ação ou simulação [vida profissional ou até amorosa]. Deixaram de lado, a vida real, seus ideais e sentimentos.
Simon não tinha muitos ideais, o jogo era a única atividade que ele possuia e praticava. Seus sentimentos eram poucos, só se sentia bem matando os personagens e conseguindo passar pelos níveis. Mas nada se compara ao sentimento de felicidade do personagem que ele controlava ao poder abraçar a família desse.
Logo, percebe-se que o filme faz uma crítica a 'vida' que muitos jogadores já possuem, ou possuirão, que se resume a um "game".