domingo, 29 de maio de 2011

A industria Cultural

Em meados dos anos 40, as pessoas começavam a se integrar a diferentes tipos de cultura, muitas vezes não sabendo ao menos do que se tratava, formado por pessoas que participam da produção cultural. No modo mais simples, esse termo refere-se ao grupo de individuos que adotam uma cultura por nenhum interesse real, diferente dos que sabem realmente do que se trata a cultura escolhida e não a vive por alienação.





A indústria cultural, até a atualidade sendo presente na vida de muitos, serve para padronizar vários bens culturais.



A obra O homem unidimensional, de Hebert Marcuse (1898- 1979), foi uma crítica de Marcuse a sociedade capitalista e cada vez mais alienada. O "homem" seria só um produto, um genérico, que se altera dependendo da cultura adotada pela burguesia da época.



Também são críticadas por Hebert as 'falsas necessidades', como o consumo e atividades de lazer (ou distração), já que para ele, essas 'necessidades' dificultem o 'despertar' do homem ao sistema em que ele faz parte.




quinta-feira, 26 de maio de 2011

A escola de Frankfurt

"Chama-se de Escola de Frankfurt ao coletivo de pensadores e cientistas sociais alemães formado, sobretudo, por Theodor Adorno, Max Horkheimer, Erich Fromm e Hebert Marcuse."

Ah um vídeo muito interessante sobre a escola de Frankfurt aqui.
Um dos frankfurtianos mais 'comentado' é Walter Benjamin, autor do ensaio "A obra de arte na era sobre a de suas técnicas de reprodução".
Para ele, quando se grava um filme [por exemplo] a obra filmada perde
sua essência na cópia, ou seja, a gravação não é considerada uma obra de arte.
É obra o "aqui e agora", a arte no momento que ela é realizada pela primeira vez. Já a pintura, ela pertence ao grupo das artes porque ela foi realizada e sua aura está intacta.


terça-feira, 24 de maio de 2011

Filme "Gamer" e o mundo de Amanhã... Ou de hoje?

O Filme "Gamer", com o meu ator favorito, Gerard Bluter [conhecido como o Erik de "O Fantasma da Ópera" e Leônidas de "300"], interpreta um prisioneiro que se tornou uma grande estrela de um jogo de ação.
O filme nos traz a um mundo não tão desconhecido, já que não é o primeiro com cenários futuristas, mas nos leva a um ponto que nem sempre é mostrados nos outros filmes. O ponto é: até onde nós nos deixamos levar pela tecnologia ? esquecemos totalmente de nossos ideais e sentimentos?
Cada vez mais novos jogos, com jogabilidades mais diversificadas, são lançados e caem nas nossas mãos. O jogo é uma diversão muito interessante e até possui pontos positivos, mas até um ponto. No filme, vemos pessoas implorando a um dos melhores jogadores, Simon [Logan Lerman], para que ele vende-se o personagem que ele joga. Nota-se que essas pessoas estavam realmente colocando o jogo como se fosse a vida delas, e não um simples passatempo.

As pessoas [do filme] deixaram suas vidas de lado e desenvolvem suas vidas em torno de jogos, seja jogos de ação ou simulação [vida profissional ou até amorosa]. Deixaram de lado, a vida real, seus ideais e sentimentos.

Simon não tinha muitos ideais, o jogo era a única atividade que ele possuia e praticava. Seus sentimentos eram poucos, só se sentia bem matando os personagens e conseguindo passar pelos níveis. Mas nada se compara ao sentimento de felicidade do personagem que ele controlava ao poder abraçar a família desse.

Logo, percebe-se que o filme faz uma crítica a 'vida' que muitos jogadores já possuem, ou possuirão, que se resume a um "game".

domingo, 22 de maio de 2011

"Amo muito tudo isso!"

Você chega em casa com uma decisão: vai começar a se alimentar melhor. Isso deve-se aos problemas de saúde que você está tendo e pela pressão do médico.





Porém, ao ligar a televisão, a primeira imagem que você vê é: um sanduíche sendo preparado em câmera lenta.





Pronto, todo aquele pensamento de se alimentar bem foi embora e você sai com pressa para chegar a primeira lanchonete que tiver o sanduiche que você acabou de ver.


Querendo ou não, todos nós somos 'tentados' a consumir os produtos que a televisão nos mostra, principalmente como nos mostra.


A cada intervalo comercial, temos inúmeros produtos sendo apresentados de tal forma a levar muitos a pensarem que "o produto o fará feliz". Com frases "Amo muito tudo isso", entre outras, e a imagem de pessoas rindo, tendo momentos especiais, ficam em nossa memória que o tal produto foi um personagem importante na vida dessas pessoas e que ele é um dos motivos deles estarem tão felizes.

Ou seja, acabamos tendo uma visão distorcida do produto, imaginando que ele é muito bom, sem realmente termos base para essa ideia.

Inicio da Comunicação Humana


"A comunicação é um fenômeno social, porque se dá através da linguagem e implica um número maior de elementos que uma só pessoa." Tendo esta ideia principal, pode-se entender, como um exemplo de comunicação as pinturas encontradas em cavernas.




Isso significa que desenhos são meios de comunicação? Claro. Tanto que, muitas vezes, quando vemos umas imagens em propagandas, acabamos captando a ideia que o publicitário pretendia passar. Ou seja, passando agora para o exemplo, quando outros homens que encontrassem os desenhos nas cavernas iriam poder entender o que se passou ao antigo morador da caverna. Se os locais próximos facilitam a caça, se há algum rio por perto, se há algum predador perigoso para a vida dos homens,etc.


Com o tempo, surgiram desenhos mais bem elaborados e a escrita.



Os hieróglifos são um dos primeiros tipos de escrita a surgir.



Porém, somente sacerdotes, membros da realeza e escribas tinham o conhecimento de ler e escrever esta escrita que era considerada sagrada ao povo egípcio.




Como se pode analisar, quanto mais o homem se desenvolvia socialmente, mais era desenvolvida os processos comunicacionais. Um sacerdote egípcio e o faraó eram membros da sociedade que possuiam uma vida social mais ativa que um homem que ainda estava aprendendo a desenhar um animal que acabara de caçar, por exemplo.






Os canadenses Harold Adams Innis e Marshall McLuhan foram os principais estudiosos que perceberam a conectividade entre os desenvolvimentos da comunicação e a civilização.

Marshall McLuhan criou a ideia da "aldeia global" se baseando em teorias da Comunicação.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Internet e o Jornalismo



Com a internet, hoje as pessoas estão mais 'antenadas'. Logo, os jornalistas, os informantes, devem ser mais rapidos para estarem com as notícias prontas para os leitores ou ouvintes. Por isso, tornou-se necessário um novo 'modelo' para essa carreira. O conhecimento dos jornalistas em utilizar essa nova ferramenta de trabalho pode fazer a diferença. Então, a internet é uma ajuda ou uma barreira para o proficional da comunicação? Dependendo da área em que o profissional é especialista, pode ser uma barreira. Como, por exemplo, o jornalismo impresso.





Com o avanço da internet, mais pessoas buscam notícias em sites, que oferecem notícias a cada minuto, reduzindo a circulação de jornais, ocasionando uma crise no jornalismo impresso. E é o que aconteceu: muitos jornais não conseguiram mais trabalhar com jornais impressos e tiveram que substituí-los por páginas na internet. Porém, ainda há muitos jornais que continuam sendo a preferência dos leitores, que se sentem mais bem informados ao ler o velho e querido jornal da manhã. O segredo da maioria destas empresas é que elas buscam matérias diferenciadas, buscando títulos mais interessantes que fazem muita diferença.

Outro ponto positivo que faz o jornal impresso continuar circulando é que, diferente da internet, as notícias são sempre revisadas, diminuindo os casos de falhas ou de rumores se tranformarem em notas oficiais.

A internet, por causa desta agilidade que ela possui, muitas vezes o autor da notícia não confirma os fatos antes de publicá-los na rede. Então, a internet não torna-se 100% confiável. Claro que também existem muitos sites sérios, mas todos podem cometer erros por causa desta rapidez em que a internet exige.






domingo, 1 de maio de 2011

Fim do mundo?

Fiz um pequeno e simples video sobre meus pensamentos quanto ao tão comentado "Fim do Mundo". A mídia vem anunciando, com vários tipos de argumentos (religioso, histórico,etc.), que o mundo já tem sua data para acabar. O que é surpreendente é a reação do público quanto ao 'alerta'. Alguns acreditam cegamente(mostrando a alienação de algumas pessoas), outros ignoram o assunto... Mas há um grupo que se preocupa com o planeta e faz o que pode para mudar a situação.




Devemos não só salvar a natureza, mas a humanidade e seus sentimentos mais puros, a procura de um mundo melhor e mais feliz.