A indústria cultural, até a atualidade sendo presente na vida de muitos, serve para padronizar vários bens culturais.
A obra O homem unidimensional, de Hebert Marcuse (1898- 1979), foi uma crític
a de Marcuse a sociedade capitalista e cada vez mais alienada. O "homem" seria só um produto, um genérico, que se altera dependendo da cultura adotada pela burguesia da época.
a de Marcuse a sociedade capitalista e cada vez mais alienada. O "homem" seria só um produto, um genérico, que se altera dependendo da cultura adotada pela burguesia da época.Também são críticadas por Hebert as 'falsas necessidades', como o consumo e atividades de lazer (ou distração), já que para ele, essas 'necessidades' dificultem o 'despertar' do homem ao sistema em que ele faz parte.
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